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Dados Básicos
Título
Trajetória Profissional de Ex-estudantes cotistas da UFSM e a Justiça Social
Número do projeto
052337
Número do processo
23081.039134/2019-81
Classificação principal
Pesquisa
Data inicial
18/07/2019
Data final
31/07/2021
Resumo
A pesquisa “Trajetória profissional de ex-estudantes cotistas da UFSM e a percepção de justiça social” tem como tema a intersecção da política de cotas, mercado de trabalho e justiça social. O problema norteador “As percepções de justiça social de estudantes cotistas da UFSM, formados no período de 2012-2016, afetaram ou não suas trajetórias profissionais”? O objetivo geral da pesquisa é analisar se as percepções de justiça social de ex-cotistas da UFSM, formados no período de 2012-2016 afetaram ou não suas trajetórias profissionais. Os objetivos específicos são identificar as percepções de justiça social vigentes entre ex-estudantes cotistas da UFSM; verificar o quanto as práticas profissionais dos sujeitos da pesquisa refletem o comprometimento dos mesmos com a questão da justiça social; avaliar a forma como os ex-cotistas acionam a justiça social em suas trajetórias profissionais. A metodologia adotada será uma abordagem qualitativa, a partir do método de história oral/relatos de vida, em que lançarei mão de questionários de entrevistas; entrevistas semidirigidas e abertas, envio de questionários online e pesquisa documental enviados ao maior número de formandos, que possibilitem o mapeamento de cotistas ingressantes (a partir de 2008) e formados (até 2016), por modalidade de cota, estabelecendo-se o perfil socioeconômico dos mesmos e sua atual situação no mercado de trabalho. Para a entrevista serão selecionados aleatoriamente 05 profissionais que atuam em sua área de formação. Quanto aos teóricos que embasam este trabalho, a temática sobre educação será referenciada em especial em Freire (1987; 1997; 2006;), Harper et all (1980), Bourdieu (1997; 2008a; 2008b), Coulon (2008), Murillo y Hernandez-Castilla (2011) e Dubet (2004, 2014). A categoria trabalho será revisitada a partir do aporte teórico de Gramsci (1978), Antunes (1995, 2009) e Alves (2013). Ações afirmativas e justiça social em Dworkin (2005), Sen (2010; 2011), Connell (2006), Fraser (2006, 2002), Domingues (2008), Gomes (2001), Gomes (2003), Martins (2014), Munanga (2009), Santos (2015) e Valentim (2012). Espera-se, com os resultados contribuir no debate sobre ações afirmativas e justiça social, fornecendo valioso material empírico para o Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Infância, Juventude e Famílias (GEPIJUF)/UFSM.
Objetivos
OBJETIVO GERAL Analisar se as percepções de justiça social de ex-cotistas da UFSM, formados no período de 2012-2016, afetaram ou não suas trajetórias profissionais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar as percepções de justiça social vigentes entre ex-estudantes cotistas da UFSM. Verificar o quanto as práticas profissionais dos sujeitos da pesquisa refletem o comprometimento dos mesmos com a questão da justiça social. Avaliar a forma como os ex-cotistas acionam a justiça social em suas trajetórias profissionais. Averiguar a situação dos ex-cotistas no mercado de trabalho e selecionar aleatoriamente 5 profissionais para realizar a entrevista.
Justificativa
O presente projeto “Trajetória profissional de ex-cotistas da UFSM e a justiça social” ainda reflete minhas inquietações a respeito da temática racial e educação, agora imbricadas pela justiça social. Desde muito cedo senti as dores do racismo e da discriminação e, como professora de escola pública, por cerca de 30 anos, fui testemunha ocular do discurso racista, reproduzido tanto em sala de aula, quanto na escola e como o estudante negro foi impactado por ele, graças a uma série de pesquisas que tomei contato (CAVALLEIRO. 1998; PINHO, 2004, GOMES, 2008; FAZZI, 2012; SANTOS, 2015). Dentre as lembranças que me marcaram, recordo de minha primeira experiência como docente. Tinha 16 anos e substituía uma estagiária que adoecera, quando o único aluno negro da turma falou, lá do fundo da sala: - “Professora! Ele está me chamando de noite”! Certamente as conversas com minha mãe embasaram minha (re)ação; reconheço contudo que a temática do racismo gera insegurança a professores, por não saberem como tratá-lo, e por receio de que suas atitudes possam reafirmar discursos racistas. Passados 15 anos da aprovação da Lei 10.639/03, que obriga o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas, o cenário é outro e o acesso de negros e indígenas ao ensino superior foi assegurado pela Lei 12.711/2012 – Lei das Cotas, que diversificou a composição étnico-racial dos campis das universidades brasileiras, democratizou o acesso (GOMES, 2006; GUIMARÃES, 2009; SANTOS, 2015) e assegurou justiça social. Pesquisas sobre política de cotas, cotistas negros, permanência e rendimento informam sobre o andamento da implantação desta política (HANDERSON, 2010; VALENTIM, 2012; MARTINS, 2014), contudo penso que o momento é de avançarmos, e verificarmos como tais estudantes acessam o mundo do trabalho (DUTRA, 2018). Esta pesquisa teve por tema a inserção de cotistas negros da UFSM no mundo do trabalho, e a questão norteadora “em que medida ter ingressado como cotista negro no Programa de Ações Afirmativas de Inclusão Racial e Social da UFSM, no período de 2008 a 2015, interferiu na inserção no mundo do trabalho, desses estudantes, após suas formaturas”? revelou alguns números: 1º. No período de 2008 a 2015, ingressaram, na UFSM, 2204 cotistas negros (pretos, pardos), dos quais 11,52% concluíram seus cursos, isto é, 254 estudantes. 2º. Dos 11 estudantes entrevistados, 4 ingressaram no mundo do trabalho, nas respectivas áreas de formação. 3º. Dos 11 estudantes entrevistados, 9 continuaram estudando, sendo que 2 pediram reingresso em curso de graduação, 3 frequentavam especialização, 1 fazia mestrado e 3 cursavam doutorado. 4º. Para todos os sujeitos, a “política de cotas representou um divisor de águas, mudou totalmente suas vidas e foi como uma porta que se abriu para o mundo”. A partir destes dados foi possível inferir sobre a necessidade de aprofundar investigações a respeito da permanência e conclusão em cursos, pelos cotistas negros, para determinar o porquê do baixo índice de formaturas. Por outro lado, constatou-se que dentre os sujeitos entrevistados, continuar estudando foi a maior opção, pois o ingresso na universidade, foi como um mundo novo se abrindo para eles, preparando-os para um futuro profissional que até então, não havia sido cogitado. Alguns sujeitos confessaram que naquele momento tinham decidido ingressar na carreira universitária, como professores. Para uma jovem, que até então tinha por projeto continuar trabalhando no serviço doméstico, como sua genitora, inverter essa lógica, foi uma verdadeira revolução. A política de cotas fez isso: implodiu a sociedade brasileira, transformando-se em oportunidade de quebra do ciclo de pobreza intergeracional, como relatou Layla (DUTRA, 2018, p. 188): Na primeira semana que eu passei, que eu entrei (no curso), eu parecia uma criança numa loja de doces. Eu olhava assim: - Gente! Em qual momento que eu não virei mais uma empregada doméstica? Porque a minha mãe é, e não vem com essa aí, mas é um emprego digno. Ninguém tá falando que não é digno, (...) mas nenhuma pessoa de família branca e rica quer que sua filha seja uma empregada doméstica! Não estamos falando de dignidade. Estou falando de mudar a História, então eu agradeço muito à minha irmã, que me fez mudar isso, sabe? ( Layla, fisioterapeuta). O sentimento de estar rompendo com a lógica da reprodução dos papeis sociais destinados a pobre e negros foi recorrente entre os sujeitos pesquisados e está subjacente na pergunta feita por Layla: -“Gente! Em qual momento que eu não virei mais uma empregada doméstica?” Ao buscar responder a Layla, recorro aos apontamentos de Lopes (2012), quando afirma que o direito à educação foi uma bandeira levantada pelo Movimento Negro- MN, no decorrer do século XX, seja através de periódicos, como A Liberdade (1919), O Getulino (1923), O Clarin d’Alvorada (1924), seja através da Frente Negra Brasileira- FNB, um criada em 1931, com objetivo de inserir o negro na sociedade brasileira, através da participação política, oferecendo classes de alfabetização, para possibilitar àqueles que estavam excluídos do processo por serem analfabetos, pudessem votar. Ou seja, um pouco mais tarde, em 1944, com o Teatro Experimental do Negro - TEN, que além de “formar” os primeiros atores e atrizes afro-brasileiros, também abriu turmas de alfabetização, para melhorar o ritmo de leitura dos matriculados no TEN. Em seu relato, Layla percebe que seu ingresso na universidade, assegurou-lhe escapar do serviço doméstico, indo ao encontro do pensamento de Sanger (2009), que entende as ações afirmativas como uma nova abolição: a “abolição das desigualdades”, sentimento também revelado na fala de uma tia, cuja sobrinha, ingressou em uma universidade particular (Instituto Porto Alegrense -IPA) subsidiada por uma Bolsa de Estudos. Até anos atrás parecia uma coisa impossível, hoje a nossa realidade é bem diferente, os negros estão se dando conta que não têm que estar só na cozinha ou na construção civil trabalhando. Pois, também temos os mesmos direitos. Não podemos e não devemos nos desvalorizar; porque somos importantes também. [...] Portanto ter uma sobrinha numa universidade é uma felicidade, que será maior ainda quando ela concluir o curso e conseguir um emprego na área (Tia da aluna P.B.) (SANGER, 2009, p. 120). Entender a importância das ações afirmativas ultrapassa conceituações, devendo ter um sentido prático, na vida de cada estudante negro, destaca Sanger (2009). Somente assegurar acesso ao ensino superior, não garante a eliminação de desigualdades sociais ou econômicas. “Libertar dos grilhões da escravidão, não significa abolir as desigualdades, precisa-se de igualdade de resultados expressa em negros nas universidades, com direito a saneamento básico, nos melhores postos de trabalho e índices na educação mais elevados”, afirma Sanger (2009, p.126). Na narrativa a seguir, registrada por Sanger (2012), uma mãe expressa seu sentimento de realização ao ver o filho continuando os estudos, e vai além, explicitando que o estudo liberta e traz felicidade: É tudo o que sonhamos para os nossos filhos. É a gloria, como se eu estivesse saindo do tronco onde vivo e indo rumo ao caminho que todos os negros alforriados deveriam ir. Estudados, formados, para aí sim serem livres, totalmente felizes. Eu sou uma mãe realizada. (Mãe do aluno C.J.) (SANGER, 2009, p. 126). A autora destaca que a expressão “alforriados” empregada pela mãe do aluno C.J., tem o sentido de “abolição das desigualdades”, quando a depoente compara a saída da escravidão, com a aquisição do diploma de curso superior, que viria acompanhado da superação de desigualdades e garantia de mobilidade social. Apesar de o perfil educacional entre brancos e negros estarem mais próximos, permanecem as desigualdades de rendimento entre estes dois segmentos, indicando, segundo Lopes (2012) a persistência de práticas discriminatórias. A sociedade brasileira, a partir do debate iniciado sobre a implantação de ações afirmativas para ingresso no ensino superior, tem explicitado o racismo estrutural latente em suas relações sociais, uma vez que a partir do momento em que a política de cotas foi adotada, as estruturas escravocratas que embasam nossa sociedade, sofreram sério abalo por duas razões. A primeira pela possibilidade de perda de privilégios, com estudantes negros disputando lugares até então ocupados naturalmente por brancos e, a segunda razão, pelo risco de não disporem mais de pessoas que, apesar da Abolição de 1888, permaneceram oferecendo seus trabalhos, numa relação de subalternidades e silenciamentos, como se constata no relato da escritora Conceição Evaristo, ao professor Eduardo de Assis Duarte, em 2 de março de 2006, ocasião em que narrou os desafios que precisou superar para exercer o magistério, em virtude de sua mãe e tias estarem vinculadas ao serviço domésticos de tradicionais famílias da loalidade, as quais de certa forma, sempre desestimularam a que Evaristo estudasse, tanto é, que somente conseguiu concluir o curso Normal, aos 25 anos. Enquanto trabalhava como doméstica e após concluir o Curso Normal, eu sonhava em dar aula em Belo Horizonte. Mas aí entra uma questão seríssima. Em 1971, não havia concurso para o magistério e, para ser contratada como professora era necessário apadrinhamento. E as famílias tradicionais para quem nós trabalhávamos não me indicariam e nunca indicaram; não imaginavam e não queriam para mim outro lugar a não ser aquele que “naturalmente” haviam me reservado. Houve mesmo uma patroa de minha tia, numa casa em que eu, ainda menina e já mocinha ia fazer limpeza, lavar fraldas de bebês, ajudar nas festas, entregar roupas limpas e buscar as sujas, que fez a seguinte observação: “Maria, não sei porquê você esforça tanto para a Preta estudar! (DUARTE, 2006). A partir dos relatos acima registrados percebe-se a importância da política de cotas, que vieram para garantir aos grupos que estavam excluídos de acesso ao ensino superior, passassem a usufruir desse direito. O conceito de cotas está intimamente imbricado ao conceito de justiça social, ambos objetivam eliminar desigualdades. As cotas são “medidas públicas ou privadas que tem como objetivo reparar os aspectos discriminatórios que impedem o acesso de pessoas pertencentes a diversos grupos sociais às mais diferentes oportunidades” (IBASE, 2008, p. 7). Ao reservar um percentual de vagas para negros, indígenas, estudantes de escola pública ou com deficiência, a política de cotas buscou eliminar desigualdades, oportunizando acesso ao ensino superior de segmentos que até então, estavam impedidos de fazê-lo. Conforme Gomes (2005), as ações afirmativas podem ser definidas como um conjunto de políticas públicas e privadas de caráter compulsório, facultativo ou voluntário, concebidas com vistas ao combate à discriminação racial, de gênero, por deficiência física e de origem nacional, bem como para corrigir ou mitigar os efeitos presentes da discriminação praticada no passado, tendo por objetivo a concretização do ideal de efetiva igualdade de acesso a bens fundamentais como a educação e o emprego (GOMES, 2005, p. 55). As políticas afirmativas têm por objetivos, conforme destaca Gomes (2005, p.57), assegurar igualdade de oportunidades; possibilitar mudanças culturais, pedagógicas e psicológica, que sejam capazes de eliminar do “imaginário coletivo” qualquer ideia de supremacia ou de subordinação de membros de uma raça sobre outra, bem como de homens em relação às mulheres. No acórdão do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 186 - ADPF186 o ministro Lewandowski define políticas de ação afirmativa como medidas que têm por finalidade: “reparar ou compensar os fatores de desigualdade factual com medidas de superioridade jurídica, não configuram meras concessões do Estado, mas consubstanciam deveres que se extraem dos princípios constitucionais”. Percebe-se assim o imbricamento do conceito de políticas de ações afirmativas – que fundamentalmente busca corrigir desigualdades, com a concepção de justiça social, que na atualidade passa por transformações, como ressalta Lewandowski (2012, p.26), “para além das políticas meramente redistributivas surgem, agora, as políticas de reconhecimento e valorização de grupos étnicos e culturais”, dialogando assim com Fraser e Honneth: “Atualmente, as reivindicações por justiça social parecem, cada vez mais, divididas entre dois tipos. A primeira, e a mais comum, é a reivindicação redistributiva, que almeja uma maior distribuição de recursos e riqueza. Exemplos incluem reivindicações por redistribuição de recursos do Norte para o Sul, do rico para o pobre, e (não há muito tempo atrás) do empregador para o empregado. Certamente, o recente ressurgimento do pensamento do livre-mercado pôs os proponentes da redistribuição na defensiva. Contudo, reivindicações redistribuitivas igualitárias forneceram o caso paradigmático para a maioria das teorias de justiça social nos últimos150 anos. Hoje, entretanto, estamos orientados cada vez mais a encontrar um segundo tipo de reivindicação por justiça social nas ‘políticas de reconhecimento’. Aqui o objetivo, na sua forma mais plausível, é um mundo diversificado, onde a assimilação da maioria ou das normas culturais dominantes não é mais o preço do respeito mútuo. Exemplos incluem reivindicações por reconhecimento de perspectivas distintas das minorias étnicas, ‘raciais’ e sexuais, assim como de diferença de gênero. Esse tipo de reivindicação tem atraído recentemente o interesse de filósofos políticos, aliás, alguns deles estão procurando desenvolver um novo paradigma de justiça social que coloca o reconhecimento no centro da discussão. De modo geral, então, estamos sendo confrontados com uma nova constelação. O discurso sobre justiça social, uma vez centrado na distribuição, está agora cada vez mais dividido entre reivindicações por redistribuição, de um lado, e reivindicações por reconhecimento do outro. Cada vez mais, as reivindicações por reconhecimento tendem a predominar (FRASER E HONNETH. 2003, p. 7-8). Ao se posicionar a favor da constitucionalidade das ações afirmativas, Lewandowski (2012) acena para as políticas de reconhecimento, citando um excerto de Fraser. Destacamos que segundo a autora, é impossível se apreender a noção pura de reconhecimento se não for aliada à noção de redistribuição, ao mesmo tempo, o reconhecimento poderá corroborar com o aprofundamento da compreensão da noção de justiça social, que envolve questões inerentes à representação e a identidade, como também questões acerca do problema da diferença. Pontos que pretendo aprofundar no decorrer deste estudo. Entendo que ações afirmativas e justiça social estão fortemente relacionadas, por isso esta proposta de pesquisa tem por objetivo analisar se as percepções de justiça social de ex-cotistas da UFSM, formados no período de 2012-2016, afetaram ou não suas trajetórias profissionais. A questão de pesquisa fundamenta-se nas vivências positivas que os sujeitos tiveram com relação às ações afirmativas, pois assim como as cotas marcaram positivamente suas vidas, levanto a seguinte questão: “Em quais momentos de suas trajetórias profissionais, ex-cotistas da UFSM, formados no período de 2012-2016, acionaram a justiça social a partir de percepções ou compromissos pessoais com o assunto?”
Resultados esperados
Por ser uma pesquisa qualitativa, não parto de aprioris, pois verificarei a partir do campo e do referencial teórico.
Projeto em âmbito confidencial
Não
Projeto superior
041738 - EDUCAÇÃO PARA A JUSTIÇA SOCIAL: EDUCADORES E JOVENS DO ENSINO MÉDIO PÚBLICO DE SANTA MARIA/RS
Palavra-chave 1
trajetória profissional
Palavra-chave 2
ex-cotistas
Palavra-chave 3
justiça social
Palavra-chave 4
UFSM
Tipo de evento
Não se aplica
Carga horária do curso
[Não informado]
Situação
Em andamento
Avaliação
Sem pendências de avaliação
Última avaliação
30/09/2020
Gestão do conhecimento e gestão financeira
O projeto pode gerar conhecimento passível de proteção?
Não
Propriedade Intelectual
[Não informado]
Proteção Especial
[Não informado]
Direito Autoral - Copyright
Não
O projeto contrata uma fundação? Indique a fundação
Não necessita contratar fundação
Classificações
Tipo
Classificação
Classificação CNPq
7.08.00.00-6 EDUCAÇÃO
Grupo do CNPq
557 Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Infâncias, Juventudes e suas Famílias - GEPIJUF -
Linha de pesquisa
99.00.00 LINHA DE PESQUISA INEXISTENTE
Quanto ao tipo de projeto de pesquisa
2.05 Projeto de Pesquisa e Ensino

Plano Gestão
Objetivo Estratégico
PDI 2016-2026 - Desafios
Inclusão social
Participantes
Matrícula Nome Função Carga Horária Período
@{matricula} @{pessoa.nomePessoa} @{funcao.descricao} @{cargaHoraria} h/semana @{dataInicial|format=dd/MM/yyyy} a @{dataFinal|format=dd/MM/yyyy}
Órgãos
Unidade Função Período
@{descricao} @{funcao.descricao} @{dataInicial|format=dd/MM/yyyy} a @{dataFinal|format=dd/MM/yyyy}
Plano de Trabalho
Metas/Indicadores/Fases
  • Meta:
     Averiguar a situação dos ex-cotistas no mercado de trabalho e selecionar aleatoriamente 5 profissionais para realizar a entrevista.
    Período:
    18/07/2019 a 31/07/2021
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %
  • Meta:
    Avaliar a forma como os ex-cotistas acionam a justiça social em suas trajetórias profissionais
    Período:
    18/07/2019 a 31/07/2021
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %
  • Meta:
    Identificar as percepções de justiça social vigentes entre ex-estudantes cotistas da UFSM
    Período:
    18/07/2019 a 31/07/2021
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %
  • Meta:
    Verificar o quanto as práticas profissionais dos sujeitos da pesquisa refletem o comprometimento dos mesmos com a questão da justiça social.
    Período:
    18/07/2019 a 31/07/2019
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %