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Dados Básicos
Título
Meninas Olímpicas: estimulando o protagonismo feminino nas olimpíadas científicas
Número do projeto
052127
Número do processo
23081.032415/2019-11
Classificação principal
Pesquisa
Data inicial
05/08/2019
Data final
05/08/2022
Resumo
O projeto Meninas Olímpicas tem o objetivo de aumentar e apoiar a participação feminina em olimpíadas científicas, estimulando o protagonismo feminino nas ciências e tecnologia, visando reduzir a desigualdade de gênero existente. Pretende-se estudar as causas que envolve o número reduzido de meninas participando de Olimpíadas Científicas e, a partir deste diagnóstico, estabelecer diretrizes para reduzir a desigualdade de gênero nas olimpíadas. O projeto de pesquisa será desenvolvido segundo a metodologia de pesquisa quantitativa survey, por meio de instrumentos que serão elaborados e aplicados com coordenadores, pais de alunos e alunos participantes de olimpíadas científicas.
Objetivos
OBJETIVO GERAL Estudar as causas que levam à desigualdade de gênero nas olimpíadas científicas, especialmente relacionadas à faixa etária dos alunos que estão cursando os anos finais do Ensino Fundamental OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Contribuir para a redução da desigualdade de gênero nos anos finais do ensino fundamental, estimulando o protagonismo feminino nas ciências e tecnologia; - Estimular a participação de meninas em olimpíadas científicas; - Diagnosticar as causas que levam à desigualdade de gênero nas olimpíadas científicas; - Construir um “mapa olímpico”, permitindo identificar onde estão os alunos olímpicos no Brasil; - Definir diretrizes que possam permitir o incremento da participação de meninas em olimpíadas científicas e que possam ser replicadas em diferentes escolas e regiões do Brasil.
Justificativa
As mulheres representam 60% das pessoas que concluíram cursos superiores no Brasil em 2015, de acordo com o Censo da Educação Superior (TENENTE, 2017). No entanto, quando são considerados apenas os cursos relacionados às Ciências (Biologia, Farmácia, Engenharias, Matemática, Medicina, Física, Química e Ciência da Computação, entre outros), a participação feminina cai para 41% - índice que não registra aumento desde 2000. Considerando os cursos de Engenharia, a desigualdade entre homens e mulheres é ainda maior: apenas 30% são do sexo feminino. Das 48,6 milhões de matrículas da Educação Básica, 49,1% são de mulheres, revelando o equilíbrio no acesso, segundo o Censo Escolar de 2017. O mesmo levantamento mostra que as mulheres representam 80% dos professores dessa etapa. Segundo o Censo Escolar, em 2016, 54% das matrículas e 58% das conclusões no ensino médio foram femininas. As mulheres são maioria entre os estudantes do ensino superior brasileiro na graduação. Dados do Censo da Educação Superior de 2016, última edição do levantamento, revelam que as mulheres representam 57,2% dos estudantes matriculados em cursos de graduação. Essa forte presença feminina está mais atrelada aos cursos das áreas Humanas. No ano de 2016, por exemplo, 64% dos bolsistas do CNPq na área de Ciências Exatas e da Terra eram homens; em Engenharia e Computação, 66%, ou seja, as estudantes mulheres ainda têm uma presença muito restrita em áreas relacionadas à Ciência e Tecnologia. Áreas como a Informática, inclusive, apontam para uma diminuição da titulação feminina ao longo dos últimos anos. Segundo o INEP (2014), somente 30% dos ingressantes no ensino superior que optam por cursos na área de Ciências, Matemática e Computação são do sexo feminino, e dentre estes somente 15% optam pelos cursos de Computação. Estes números têm se mantidos estáveis nos últimos 10 anos. Nas bolsas de pesquisa de Computação do CNPq esse mesmo percentual se repete (TENENTE, 2017). O aumento da representatividade feminina nas áreas das Ciências e Tecnologias significa impactar o interesse de meninas pela ciência e sua disposição para perseguir carreiras na área. Isso impacta diretamente no mercado de trabalho e no futuro da ciência brasileira. Trazendo essa reflexão para o meio olímpico, é notável a predominância masculina entre participantes e premiados, especialmente nas Ciências Exatas. Nas Olimpíadas Brasileiras de Matemática, de Física e de Informática, verifica- se que o percentual de meninas diminui ano a ano (SBF, 2018). As olimpíadas científicas são competições para estudantes do ensino fundamental ou médio, com o objetivo de incentivar e encontrar talentos nas diversas áreas de conhecimento. A competição ocorre em diversas áreas, tais como Matemática, Química, Astronomia, Física, Linguística, Biologia e Oceanografia, entre outras. Temos atualmente 10% (dez por cento) de meninas premiadas nas principais olimpíadas científicas do Brasil (BERMÚDEZ, 2017; BIANCONI, 2018, BRITO, 2017). Existem ao todo, 37 olimpíadas brasileiras (Anexo 1), além de uma dezena de olimpíadas estaduais e regionais. A mais antiga é a olimpíada de Matemática. As olimpíadas de Matemática, nos moldes atuais, são disputadas desde 1894, quando foram organizadas competições na Hungria. Com o passar dos anos, competições similares foram se espalhando pelo leste europeu, culminando, em 1959, com a organização da I Olimpíada Internacional de Matemática, na Romênia, com a participação de países daquela região. No Brasil, a I Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) ocorreu em 1979, sob o comando da Sociedade Brasileira de Matemática (OBM, 2018). Entre as mais tradicionais, encontram-se as olimpíadas de Química, Física, Biologia e Informática. A Olimpíada Brasileira de Química (OBQ) iniciou em 1986, por iniciativa do Instituto de Química da USP, com o apoio da Secretaria da Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) (OBQ, 2018). A Olimpíada Brasileira de Física (OBF), organizada pela Sociedade Brasileira de Física, teve início em 1999 (OBF, 2018). A Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB), é uma olimpíada de conhecimento para estudantes de ensino médio. Foi criada em 2004 sendo organizada pela Associação Nacional de Biossegurança (ANBio) (OBB, 2018). A Olimpíada Brasileira de Informática (OBI) começou em 2008, sendo organizada pela Sociedade Brasileira de Computação (OBI, 2018). Cada olimpíada possui peculiaridades quanto às normas/regras que foram se transformando com o passar dos anos. Na Olimpíada de Química, todos os alunos das escolas podem fazer a prova da 1ª fase. Inclusive a mesma é aplicada nos próprios estabelecimentos de ensino. Na 2ª fase, a prova é realizada em universidades e o resultado final define a classificação (ranking) estadual e os alunos que irão participar da fase 3 (etapa brasileira). Já na Olimpíada de Matemática, as provas da 1ª e 2ª fases são aplicadas nas próprias escolas e, após sua correção, é divulgada uma nota de corte nacional e estadual. A 3ª fase é realizada em universidades. Na Olimpíada de Física e de Informática, a prova da 1ª fase acontece nas escolas e, após sua correção, é divulgada uma nota de corte nacional. As 2ª e 3ª fases são realizadas em universidades. Os destaques nacionais são convidados pelas coordenações nacionais para participarem de competições em âmbito internacional. 4.1 Olimpíadas de Matemática OBMEP – Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas - OBMEP é um projeto nacional dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada - IMPA, com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática – SBM, e promovida com recursos do Ministério da Educação e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC (OBMEP, 2018). Criada em 2005 para estimular o estudo da Matemática e identificar talentos na área, a OBMEP tem como objetivos principais: - Estimular e promover o estudo da Matemática; - Contribuir para a melhoria da qualidade da educação básica, possibilitando que um maior número de alunos brasileiros possa ter acesso a material didático de qualidade; - Identificar jovens talentos e incentivar seu ingresso em universidades, nas áreas científicas e tecnológicas; - Incentivar o aperfeiçoamento dos professores das escolas públicas, contribuindo para a sua valorização profissional; - Contribuir para a integração das escolas brasileiras com as universidades públicas, os institutos de pesquisa e com as sociedades científicas; - Promover a inclusão social por meio da difusão do conhecimento. O público-alvo da OBMEP é composto de alunos do 6º ano do Ensino Fundamental até o último ano do Ensino Médio. Em 2017, mais de 18 milhões de alunos de participaram desta olimpíada. Os alunos medalhistas recebem uma bolsa e podem participar do programa PIC – Programa de Iniciação Científica. O PIC é realizado por meio de uma rede nacional de professores em polos espalhados pelo país, e também no fórum virtual. Tem como objetivos despertar nos alunos o gosto pela Matemática e pela ciência em geral e motivá-los na escolha profissional pelas carreiras científicas e tecnológicas. Ao longo de suas edições, a OBMEP já ofereceu a mais de 47 mil alunos a oportunidade de estudar Matemática por 1 ano, com bolsa do CNPq. Além disso, mais de 5000 alunos participaram do programa como ouvintes. OBM - Olimpíada Brasileira de Matemática A Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) é uma competição aberta a todos os estudantes dos Ensinos Fundamental (a partir do 6ª ano), Médio e Universitário das escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Os objetivos da OBM são (OBM, 2018): -Interferir decisivamente na melhoria do ensino de Matemática no Brasil, estimulando alunos e professores a participar da OBM; - Descobrir jovens com talento matemático excepcional, e colocá-los em contato com matemáticos profissionais e instituições de pesquisa de alto nível, propiciando condições favoráveis para a formação e o desenvolvimento de uma carreira de pesquisa; - Selecionar os estudantes que representarão o Brasil em competições internacionais de Matemática; - Organizar, no Brasil, as diversas competições internacionais de Matemática. A Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) organizou em 1979 a 1ª Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). Ao longo destes anos, a OBM passou por diversas mudanças em seu formato, mantendo a ideia central que é a de estimular o estudo da Matemática pelos alunos, desenvolver e aperfeiçoar a capacitação dos professores, influenciar na melhoria do ensino, além de descobrir jovens talentos. Em 2017, a OBM mudou de formato. No nível universitário ela continua a ser composta de duas fases, mas conta com a inscrição individual por parte do estudante de graduação. Já nos níveis 1, 2 e 3, a OBM é composta de uma única fase, realizada sempre no segundo semestre, apenas para estudantes convidados. Os alunos que conquistam medalhas são convidados para participar da Semana Olímpica. Entretanto, esse mundo olímpico é restrito ao universo masculino. Em torno de 100 alunos são medalhistas e o percentual de meninas premiadas é de 10%. Entre as medalhas de ouro e o Nível 3, a presença feminina é menor ainda, ficando em apenas 5%. Em 2017, no primeiro nível, elas ficaram com 16% das medalhas. No segundo, com 8%, enquanto no terceiro com 6%. Este percentual se manteve constante em todas as edições dessa olimpíada. Nos últimos anos, porém, têm surgido iniciativas que procuram o enriquecer das meninas em seu conhecimento matemático. É esse o objetivo da EGMO, a Olimpíada Europeia de Matemática para Meninas, que é uma olimpíada internacional. O treinamento para as olimpíadas internacionais é feito na Semana Olímpica, que é um evento realizado anualmente, desde 1998, envolvendo os estudantes medalhistas da OBM. Durante uma semana, os alunos participam de orientação acadêmica e têm a oportunidade de interagir com outros jovens em atividades de lazer. Participam do evento desde alunos do 6º ano do Ensino Fundamental até estudantes universitários. As aulas são ministradas por um seleto grupo de professores de diversas partes do Brasil, que possuem ampla experiência em treinamento para competições de Matemática. Além das atividades acadêmicas, o encontro também oferece oportunidade para os participantes compartilharem interesses com outros estudantes em diversas regiões do Brasil. Deste evento são selecionadas as equipes que irão representar o Brasil nas olimpíadas internacionais, que são: a Olimpíada do Cone Sul (4 estudantes, com até 16 anos); a Olimpíada Iberoamericana (4 estudantes, com até 18 anos); a Olimpíada Internacional de Matemática (6 estudantes do ensino médio, com até 20 anos) e na Competição Internacional de Matemática (universitários). Estas competições são realizadas anualmente, sempre em um país diferente. A olimpíada mais prestigiada e mais difícil é a IMO. Descreveremos na próxima seção, a participação feminina nessa olimpíada. Olimpíada Internacional de Matemática - IMO A Olimpíada Internacional de Matemática (IMO) é uma competição de Matemática para estudantes do Ensino Médio, sendo realizada anualmente, sempre em um país diferente. A primeira IMO foi realizada em 1959 na Romênia, com 7 países participantes. Ele gradualmente expandiu para mais de 100 países dos 5 continentes. O Conselho da IMO assegura que a competição acontece todos os anos e que cada país anfitrião observa os regulamentos e tradições da IMO. A prova consiste de 6 problemas matemáticos, sendo que cada um vale 7 pontos. O exame é realizado em dois dias consecutivos e os competidores dispõem de quatro horas em meia para resolver três problemas em cada um dos dias. Os problemas podem ser de qualquer área da matemática do ensino médio, incluindo geometria, teoria dos números, álgebra e análise combinatória. A resolução dos problemas não exige conhecimento de matemática avançada necessitando, porém, de grande inteligência e habilidades matemáticas. A competição estimula a matemática, oferecendo uma grande oportunidade para a troca criativa de ideias e experiências entre estudantes de diferentes culturas. As meninas apresentam um desempenho mais fraco nas pontuações. Analisando o desempenho dos meninos e das meninas em 2015, visualiza-se que a participação feminina é de apenas 10%. Em torno de 40% dos países tinham pelo menos uma menina na equipe. Em 2017, o Brasil sediou a olimpíada e nesta edição foi criado o Troféu Meninas Olímpicas, para incentivar a participação das meninas na competição. A premiação, que contempla as cinco estudantes que mais contribuírem com o resultado de suas equipes, passará a fazer parte do calendário permanente da olimpíada. Entre os 623 participantes da olimpíada, só 65 foram meninas – ou seja, cerca de 10% dos competidores. Essa proporção tem se mantido nos últimos dez anos. O número recorde de competidoras foi verificado no ano passado: do total de 602 participantes, 71 eram mulheres, aproximadamente 12%. Na delegação brasileira não existiam meninas desde 2012. O país começou a participar da competição em 1979, e desde então apenas seis meninas participaram do time brasileiro. Nenhuma menina obteve medalha de ouro. No entanto, algumas competidoras ocupam posições proeminentes no hall da fama da IMO; por exemplo, Lisa Sauermann, da Alemanha, é atualmente a terceira participante da olimpíada Matemática de maior sucesso de todos os tempos com 5 participações, sendo a única entre os 20 primeiros melhores colocados, representando os tradicionais 5%. O talento matemático feminino parece ser um recurso amplamente subutilizado, e um dos objetivos do EGMO é incentivar mais estudantes do sexo feminino a participar da resolução de problemas matemáticos. O empreendimento foi inspirado pela Olimpíada de Matemática das meninas chinesas, de muito sucesso. Jovens matemáticos de ambos os sexos são convidados a participar do programa nacional de atividades que leva à participação, na Irlanda, na Olimpíada Internacional de Matemática. A EGMO foi fundada em 2012, é similar à Olimpíada Internacional de Matemática, porém com times exclusivamente femininos. Em 2017, apenas 25% dos líderes destes times eram mulheres e, em 2018, esse percentual subiu para 40%. O Brasil já teve duas participações, em 2017 obtendo 2 medalhas de bronze e 1 Menção Honrosa, ficando em 26º lugar no ranking mundial. Em 2018, subiu 13 posições e obteve duas medalhas de prata e duas medalhas de bronze.
Resultados esperados
Entre os resultados esperados do projeto, destacam-se: - divulgação das olimpíadas científicas, em diferentes áreas, nacionais e/ou internacionais; - incremento do número de meninas participando (e sendo premiadas) em olimpíadas científicas; - identificar as causas que levam à desigualdade de gênero na participação em olimpíadas científicas; - estimular os alunos e professores a se engajarem nas olimpíadas científicas; - criar um mapa dos olímpicos do Brasil; - Sensibilizar os coordenadores de olimpíadas para criar politicas de incentivos às meninas, por meio de fórum de discussão com todos os coordenadores
Projeto em âmbito confidencial
Não
Projeto superior
-
Palavra-chave 1
Olimpíadas Científicas
Palavra-chave 2
Meninas Olimpícas
Palavra-chave 3
Protagonismo Feminino
Palavra-chave 4
[Não informado]
Tipo de evento
Não se aplica
Carga horária do curso
[Não informado]
Situação
Em andamento
Avaliação
Sem pendências de avaliação
Última avaliação
04/12/2020
Gestão do conhecimento e gestão financeira
O projeto pode gerar conhecimento passível de proteção?
Não
Propriedade Intelectual
[Não informado]
Proteção Especial
[Não informado]
Direito Autoral - Copyright
Não
O projeto contrata uma fundação? Indique a fundação
Não necessita contratar fundação
Classificações
Tipo
Classificação
Classificação CNPq
1.00.00.00 CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA
Grupo do CNPq
242 IATE-UFSM
Linha de pesquisa
01.00.00 CIENCIAS TECNOLOGICAS
Quanto ao tipo de projeto de pesquisa
2.01 Projeto de Pesquisa Pura

Plano Gestão
Objetivo Estratégico
PDI 2016-2026 - Desafios
Inovação, geração de conhecimento e transferência de tecnologia
Participantes
Matrícula Nome Função Carga Horária Período
@{matricula} @{pessoa.nomePessoa} @{funcao.descricao} @{cargaHoraria} h/semana @{dataInicial|format=dd/MM/yyyy} a @{dataFinal|format=dd/MM/yyyy}
Órgãos
Unidade Função Período
@{descricao} @{funcao.descricao} @{dataInicial|format=dd/MM/yyyy} a @{dataFinal|format=dd/MM/yyyy}
Plano de Trabalho
Metas/Indicadores/Fases
  • Meta:
    Aplicação dos instrumentos de pesquisa
    Período:
    02/03/2020 a 18/12/2020
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    100 %
  • Meta:
    Diagnosticar as causas que levam à desigualdade de gênero na participação em olimpíadas científicas
    Período:
    01/10/2019 a 31/05/2020
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    100 %
  • Meta:
    Divulgação de Olimpíadas Científicas
    Período:
    05/08/2019 a 31/07/2022
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %
  • Meta:
    Elaboração de recomendações para a superação dos desafios dos anos finais do ensino fundamental, especificamente no que diz respeito à desigualdade de gênero nas olimpíadas científicas
    Período:
    02/08/2021 a 17/12/2021
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %
  • Meta:
    Elaboração de artigos científicos para divulgar os resultados do projeto
    Período:
    04/04/2022 a 05/08/2022
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %
  • Meta:
    Elaboração dos instrumentos de pesquisa
    Período:
    05/08/2019 a 20/12/2019
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %
  • Meta:
    Levantamento do material bibliográfico
    Período:
    05/08/2019 a 31/10/2019
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %
  • Meta:
    Relatório de Atividades do Projeto
    Período:
    01/07/2022 a 05/08/2022
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %
  • Meta:
    Tabulação e discussão dos resultados obtidos com a aplicação dos instrumentos de pesquisa
    Período:
    01/03/2021 a 31/07/2021
    Valor:
    R$ [Não informado]
    Conclusão:
    0 %